

Foi-se o tempo onde somente o homem era o único provedor do lar. Hoje, as mulheres, por quererem realizar-se profissionalmente ou por não terem outra alternativa, acabaram ganhando um espaço considerável dentro do mercado de trabalho. Isso trouxe o seu lado positivo e o negativo para dentro do núcleo familiar, pois no final das contas, ambos os pais acabam por ficar o dia todo longe dos filhos que, por sua vez, crescem sem princípios que somente os pais podem transmitir a eles e acabam levando essa falta de parâmetro para dentro e fora da escola. As conseqüências são medidas no crescente número de adolescentes e jovens envolvidos com drogas e o tráfico. E isso em todas as camadas sociais. Longe de querer culpabilisar os pais, pois muitos não tem outra alternativa a não ser trabalhar fora de casa para sustentar com dignidade suas proles, penso que devemos repensar os conceitos de nossa sociedade, pois a escola, como muitos querem, não deve ser o ponto essencial da educação dos filhos e sim, a família. Nesse ponto, ter projetos que garantam aos pais um mínimo de tempo diário para acompanharem um pouco mais seus filhos, será para mim uma prioridade. Hoje, já tramitam projetos em Brasília que querem extinguir das escolas públicas símbolos religiosos e tudo que faça alusão a Deus. Na minha opinião, isso seria outro grave erro, pois pretendo criar projeto para introdução do ensino religioso desde a tenra idade às crianças não só dentro de casa, mas também na escola, como era antigamente. Com ele, cria-se o respeito e o Amor ao Próximo, pois a família, desde o princípio da humanidade, foi o projeto de Deus para o homem. Essas reflexões também em forma de projetos serão levadas para dentro das empresas e órgãos públicos, com momentos semanais de oração, onde todos os funcionários que queiram, possam viver esse momento com seus colegas de trabalho como irmãos. Esse projeto tranformado em ação agrega para transformar nosso ambiente em um lugar mais humano.

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